quarta-feira, 29 de junho de 2011

E3 2011 | Batman, Wii U, Assassin's Creed e mais


Dia lotado de jogos - e o novo console da Nintendo



Omelete está na Electronic Entertainment Expo, a E3 2011. Depois de um primeiro dia corrido, em que todos os estandes foram visitados para que pudéssemos ter um panorama geral do evento, o segundo dia foi totalmente dedicado aos novos jogos... e ao alardeado Wii Umostrado na apresentação da Nintendo.

Ubisoft

Comecei a manhã conferindo as novidades da Ubisoft. Situado na ala sul do LA Convention Center, o estande da empresa francesa tem o mesmo tamanho das áreas das vizinhas Disney, Electronic Arts, Microsoft, Activision e Square Enix. Lá pude experimentar:

Rayman Origins

Comecei jogando uma partida multiplayer do game estilo plataforma que resgata a franquia Rayman, há 6 anos sem um novo game.
A série nunca esteve tão bonita. O design dos cenários, personagens e fases (2D com profundidade), combinado com uma qualidade gráfica de 60 frames por segundo, garante não só o entretenimento mas também a sensação de que se está diante de um produto que não poupou despesas em seu desenvolvimento.
O lançamento acontece em outubro.

Assassin's Creed Revelations

Assassin's Creed Revelations, o novo capítulo da série Assassin's Creed, que encerra a trilogia de Ezio e amarra também a história de Altaïr, não podia ser jogado pelo público, mas tive uma demonstração a portas fechadas pela desenvolvedora chefe de animações do game, Kama Dunsmore. Ela mostrou uma fase completa do jogo, que acontece na metade da história. Nela, Ezio precisa abrir o porto de Constantinopla para livrar seu navio.
A cidade está completamente diferente do que conhecemos dos games anteriores. O esquema de cores desta vez parece mais quente, com mais cores nos tecidos e no ambiente - algo evidenciado no passeio pelo mercado de especiarias. Quando questionei se o game terá novamente o sistema de treinamento de assassinos e suas missões - algo em que confidenciei à desenvolvedora ter me viciado - ela disse que não preciso me preocupar, pois ele foi reformulado e está "ainda mais viciante".
A seguir pude ver um pouco de combate empregando as novas bombas do protagonista e na sequência a destruição da gigantesca corrente que fecha o porto. Tal sistema, assim como um lança-chamas que veio a seguir, foram retirados dos livros de história, explicou a desenvolvedora. Na sequência, em meio a um incêndio de navios e do porto, Ezio fez sua "corrida livre", no estilo conhecido dos games anteriores, enquanto a câmera assumia uma posição mais cinematográfica para evidenciar o drama.
Por último, tivemos acesso a um breve teaser que mostra que o Animus terá missões diferentes para Desmond. Todas as perguntas que fiz a respeito desse novo sistema - se ele terá mapas criados pelo usuário, se haverá algum tipo de partida multiplayer... - não foram respondidas. "Não estamos falando sobre isso ainda, só queríamos que vocês soubessem que vem algo por aí", instigou a desenvolvedora.
Parece que a Ubisoft terá mais um ótimo capítulo da série nas mãos no final do ano... e a aposta é tanta que foram gastos 2 milhões de dólares no novo trailer animado. Além disso, em uma notícia ainda mais interessante ao público brasileiro, a Ubisoft relançará por aqui os três primeiros jogos a preços reduzidos.Assassin's Creed custará 59 reais, Assassin's Creed II sairá por 79 reais e o mais recente, Assassin's Creed Brotherhood, terá preço sugerido de 99 reais. "Games são produtos de luxo no Brasil", comentou Bertrand Chaverot, o diretor-geral da Ubisoft no país. "199 reais é um valor muito alto. Queremos diminuir isso", completou. Obviamente, esse objetivo depende também da redução de impostos dos games, mas o interesse precisa, como já está acontecendo, partir também dos fabricantes. A redução dos games anteriores, um passo importante nesse sentido, visa também dobrar a base de fãs da franquia no Brasil preparando o mercado para novembro, quando chega às prateleiras Assassin's Creed Revelations.

The Adventures of Tintin: The Game

Ainda na Ubisoft assisti à apresentação de The Adventures of Tintin: The Game, jogo baseado no filme As Aventuras de Tintim.
Sempre fico reticente quando o assunto é adaptação de filme para um game... mas a apresentação surpresa de Steven Spielberg e Peter Jackson, que apareceram em vídeo para falar sobre o jogo, ajudou a tirar a má impressão. Spielberg então pediu a todos que colocassem seus óculos 3-D e o game começou a rodar em um monitor de 80 polegadas.
O game, que terá 20 horas de história, mistura plataforma 2D com profundidade 3D - evidenciada pela estereoscopia, perfeita - e alguns outros modos de jogo. Pude ver Tintim enfrentando vilões em um navio (o belo visual tem aquele "realismo cartunesco" do filme com a paleta de cores dos quadrinhos) e depois em uma fase contra o relógio, fugindo da água que invade o barco. Depois pudemos ver também uma perseguição de moto com sidecar. É interessante que Tintim começa dirigindo mas depois passa ao sidecar, trocando de lugar com o Capitão Haddock, e assume o rifle para disparar nos inimigos. O último cenário mostrado foram os desafios - estilo plataforma - cooperativos. Tais fases são surrealistas, inspiradas nos "sonhos" do Capitão (ou seja, a bebedeira), e pareceram divertidas de jogar.

Neverdead

Na Konami joguei toda a demo de Neverdead, primeiro projeto solo de Shinta Nojiri (colaborador de Metal Gear). Nele há um detalhe esquisitíssimo e crucial à jogabilidade: o protagonistaBryce Boltzmann é imortal, mas isso não significa que não pode perder seus membros em meio ao combate.
Enquanto eu mantinha as hordas demoníacas à distância estava tudo bem. Mas quando entraram em cena umas criaturas com formato de foice, logo comecei a ser desmembrado. E lá vai Bryce atrás de um braço caído, pulando pra pegar a perna perdida... O mais curioso é que ele pode ficar reduzido a uma cabeça rolante, que precisa recuperar o corpo pra voltar à ação! Aliás, alguns desafios são resolvidos justamente arrancando a própria cabeça, pra enfiá-la em um buraco, por exemplo.
É cedo pra reclamar - é uma demo de game em desenvolvimento -, mas o jogo pareceu um tanto truncado. A câmera engasgou em momentos importantes e o fato de haver uma companheira na tela o tempo todo, que precisa ser constantemente salva, tira qualquer vantagem da imortalidade do protagonista. Algo um pouco mais inteligente poderia ter sido criado para representar a falha do herói do que o "você não conseguiu salvar a sua amiga" que eles inventaram para substituir o "game over".
De qualquer maneira, tudo pode mudar ainda. A ideia é boa e o sistema de combate é ótimo. Bryce usa duas armas (quando, claro, ainda tem os dois braços) e uma espada longa, controlada travando o L1 e movimentando-a com o direcional direito. O resultado é sangrento e cheio de combos. Há potencial.

WB Games

O estande da Warner Bros. trazia muitos lançamentos infanto-juvenis (jogo de Vila Sésamo, o sempre divertido Lego Harry Potter, agora em sua versão 7 - Parte 2Happy Feet...), mas a grande fila era mesmo para experimentar o novo Batman: Arkham City. O Homem-Morcego, aliás, também estava presente em outro título, Gotham City Impostors, jogo de tiro que no máximo atraiu alguns olhares curiosos (mais por conta da garota vestida de Arlequina na porta).

Batman: Arkham City

O representante da WB Game que me mostrou o game definiu com uma frase o escopo do jogo: "Eles exageraram". E aRocksteady Games exagerou mesmo.
A continuação de Batman: Arkham City está incrível. Visualmente mais impressionante, com muito mais vida no extenso mapa. O mundo aberto da penitenciária é do tamanho de vários bairros, que englobam locais icônicos para a franquia do super-herói (como o Beco do Crime), e é planejado para surpreender em todos os níveis. Da linha do horizonte à sujeira no chão e a pichação na parede, parece impossível conseguir explorar tudo. Mas as novas ferramentas de navegação do Homem-Morcego, que permitem que ele plane, mergulhe e se balance pela cidade (e a qualquer momento entre esses movimentos possa atacar um coitado abaixo), resolvem o problema. E o melhor... são visualmente carregadas de dramaticidade: a capa vibra com a velocidade, surgem marcas da fricção com o ar (como as de túneis de vento) e a aterrisagem tem peso e poder. O combate também foi aprimorado e conta com mais combos e escala maior, além do uso do mesmo gancho que ele usa na locomoção para trazer oponentes para perto, no melhor estilo Scorpion de Mortal Kombat.
A fase que vi revelou o Pinguim e seus capangas, uma das muitas missões e vilões que o jogo oferecerá. E, como já havia sido revelado, tais missões não se restringem ao Cavaleiro das Trevas. Sempre que encontrar um gato nos telhados, o jogador poderá optar por trocar de lugar com a Mulher-Gato (assista ao trailer dela), colocando a trama principal de lado (a mensagem "descanse um pouco" aparece). Selina Kyle tem seus próprios objetivos, bem como ferramentas e a habilidades totalmente distintas. Ela se move diferente, pode andar agarrada no teto e tem uma relação bem mais próxima com a cidade, movendo-se mais perto das superfícies. A visão estratégica da personagem também mostra outros itens, como coisas que podem ser roubadas, por exemplo.
Se o game anterior já chegou perto de ser perfeito, este promete ser um dos maiores lançamentos do ano.

Nintendo Wii U

Na apresentação da Nintendo, a mais importante dos eventos pré-E3, houve a aguardada revelação do Wii U, o aparelho que inaugurará a próxima gerações de consoles.
Depois de algumas tentativas frustradas ontem, finalmente consegui passar alguns minutos testando a novidade. A primeira impressão ao segurar o maxi-controle foi de supresa. Ele é levíssimo e extremamente confortável, muito diferente de qualquer tablet, a comparação imediata quando se vê a telona sensível ao toque. A ergonomia faz com que as mãos seguram com firmeza o controlão - e os dedos indicadores vão naturalmente para os dois gatilhos traseiros.
No começo é um tanto confuso ter tantas telas à frente. Não sabia se olhava para o controle ou para a televisão. Mas cada jogo tem sua proposta. Em Measure Up, mais um exercício de percepção do que um game, o tablet serve para que você desenhe linhas, círculos e formas - que são avaliadas pelo console, que pontua sua precisão de traço e senso de dimensões.
Na sequência experimentei dois jogos simplistas no estilo "esconde-esconde". O tema é popular entre os primeiros títulos porque os jogadores que olham para a tela jogam juntos (com Wiimotes normais) contra o jogador que tem o controle tablet em mãos. Dessa forma, tanto o jogador que se esconde como os que o procuram não ficam sabendo do posicionamento do oponente. Com um console será possível ter games multiplayer para duas pessoas sem dividir a tela, portanto. Um joga na TV, o outro no controle.
Os dois games testados foram Battle Mii (quem tem o tablet controlando uma nave espacial contra os demais jogadores a pé em um cenário espacial cartunesco) e Chase Mii. Esse último era bastante simples - um pega-pega convencional. Mas confesso que assim que começou a partida, me senti verdadeiramente caçado, já que os executivos engravatados que também testavam o console começaram a se comunicar. O mapa permite que um bom observador veja o fujão à distância (graças ao seu desenho de labirinto em níveis dividido em áreas coloridas e também à qualidade gráfica do aparelho, sobre a qual falaremos a seguir), o que faz com que os que estão procurando o alvo discutam rapidamente estratégias para o cerco ("ele foi pra área azul, alguém vá para a verde e dê a volta"). O que parecia um jogo bobo acabou arrancando gargalhadas e gerando uma torcida emocionada no estande.
A seguir assisti a uma demonstração da qualidade gráfica e possibilidades de estrutura de menus do console, com uma cena clássica de Zelda refeita para o Wii U (comparar gráficos com os dos consoles atuais da Microsoft e Sony é precipitado, mas ele parece ter o mesmo nível). Na demo era possível deixar a tela do game e menus na televisão ou passar só o menu para o controle, ou ainda alternar mapas entre as telas. Basicamente, é como se o aparelho fosse um Nintendo DSgigante misturado com um Nintendo Wii e com a capacidade de um Xbox 360 ou PlayStation 3(ainda que a Nintendo não esteja falando sobre especificações no momento).
Pra completar, não consegui jogar New Super Mario Bros. Mii, o primeiro game em HD de Mario Bros., mas o vi funcionando. O visual é fantástico, mas a jogabilidade pareceu idêntica à de New Super Mario Bros. Wii, mas com a possibilidade de colocar os avatares, Miis, dentro do jogo. A tela do game aqui serve apenas para espelhar a partida (você pode desligar a TV, ou assistir a um canal qualquer, jogando apenas no tablet).
A primeira leva de games para qualquer console é sempre um teste de potencial para o aparelho. Não dá para avaliar em termos simples, como muitos esperam ("é melhor que o PS3?"), com base nesse quatro aplicativos... mas é possível dizer, sim, que jogos muito interessante e diferenciados podem surgir para o Wii U.

E3 2011 | Conferimos Mass Effect 3 e Star Wars The Old Republic


Electronic Arts mostra seus aguardados games


star wars 
Star Wars: The Old Republic
Mass Effect 3 
Mass Effect 3
No último dia da Electronic Entertainment Expo, a E3 2011, passamos algumas horas com os lançamentos daElectronic Arts.

Electronic Arts

No centro de seu estande, a Electronic Arts mostrava seus games de esporte da EA Sports, os novos pacotes de expansão de The Sims e o recém-anunciado Need For Speed The Run. Mas era a portas fechadas que os grandes games eram apresentados. Infelizmente não deu tempo de olhar Battlefield 3 e Kingdom of Amalur. Mas conseguimos assistir às apresentações de Mass Effect 3 eStar Wars: The Old Republic.

Star Wars: The Old Republic

"Você nunca viu um MMO igual", promete o diretor de produção Dallas Dickinson"Estamos buscando o maior e melhor game multiplayer online possível, um game com a qualidade e profundidade que se espera de um título daBioWare e de Star Wars. É um jogo de primeira", garante.
O início da conversa repassou as informações básicas - e já conhecidas - do título. Trata-se de um jogo que se passa 300 anos depois dos eventos de Star Wars: The Knights of the Old Republic e 3 mil anos anos do surgimento de Darth Vader. Pela primeira vez em um MMORPG, todos os diálogos foram dublados - um feito impressionante se considerarmos que todas as classes de personagens têm suas próprias jornadas, que são alteradas pelas escolhas tomadas ao longo da ação.
"Exploração, Progressão, Combate e História são os quatro pilares em que baseamos o nosso game. Existem vários games de qualidade que já conseguiram obter as três primeiros, mas nunca um MMO teve tanto suporte narrativo. Queremos dar ao jogador sua própria saga de Star Wars",explica Dickinson. São centenas de horas de jogo, multiplicadas pelo número de classes, já que cada uma tem missões 100% originais e diferentes das demais. "Se você jogar nosso game inteiro como jedi e decidir depois repetir o game como um Pirata, Trooper, Sith ou Caçador de Recompensas não terá que refazer uma missão sequer. São todas inéditas". Além disso, todas as decisões importam, transformando as jornadas em direção ao lado bom ou ao lado negro da Força.
Para exemplificar o sistema de decisões, o diretor mostrou a mesma cena sob dois ângulos diferentes. Nela, um jedi precisa decidir se mata ou deixa vivo um oponente Sith. Na primeira opção, ele terá mais dificuldade em uma fase futura. Na segunda, pode conseguir converter o Sith em um Jedi... ganhando um valioso aliado para a citada missão à frente. Todas as conversas, como prometido pela BioWare, têm qualidade de cutscenes, com diálogos falados e tratamento de câmera. Cada decisão também altera o aspecto dos personagens, um bônus em relação ao sistema convencional de progressão de personagens.
Parte das missões será individual, parte envolverá a formação de grupos - pequenos e grandes. Além da jornada não faltarão os elementos clássicos dos MMOs, arenas PvP (jogador contra jogador), formação de guildas, chats, áreas de lazer e socialização, enciclopédia do universo (atualizada conforme se encontram personagens, mundos e situações) e mercados. Haverá também batalhas espaciais e objetivos massivos, as Operações, que exigem a participação de grandes grupos de jogadores.
Visualmente, o game tem cenários elaboradíssimos e dungeons impressionantes. Mas ao final da apresentação fica a impressão que o game não deve atrair quem não é fã de MMOs para o gênero. Ainda que tenha o investimento maciço em narrativa e qualidades diferenciadas, o título não consegue deixar de lado todas as estruturas estabelecidas dos games online para multidões (o combate, ainda que todo pirotécnico, continua maçante para quem gosta de jogos de ação, por exemplo). Se você é fã de MMO e seguidor da saga criada por George Lucas, porém, esse é o game a ser jogado em 2012.

Mass Effect 3

Casey Hudson, o diretor de Mass Effect 3, estava na E3 para apresentar o fim da trilogia Mass Effect, o jogo que encerrará a saga do Comandante Shepard.
Hudson começou dizendo que este é o game que finalmente terá todos os elementos que eles sempre quiseram para a série e também o mais dramático e épico até aqui. "Afinal, os Reapers chegaram à Terra - e a missão agora é reunir um exército para levar a luta até eles".
Como esperado em termos de marketing, o diretor também exaltou o fato de este ser o melhor jogo para conhecer esse universo. "É o melhor game de todos. Você pode começar a jornada por ele ou usar todas as decisões que tomou nos games anteriores para refinar a experiência".
A seguir Hudson jogou quatro segmentos do game. O primeiro deles - e mais importante - revelou a chegada dos Reapers ao nosso planeta. Shepard, afastado de seu cargo militar, enfrenta a força invasora como pode - até encontrar-se com seus superiores, que lhe restituem a patente e pedem que ele deixe a Terra em busca de ajuda. A partir daí tem-se o grande desafio do jogo: singrar a galáxia trocando favores, fazendo alianças e executando missões - tudo a critério do jogador - a fim de obter a força necessária para voltar à Terra e arrancar daqui o invasor.
Entre as novidades na jogabilidade está um sistema de cobertura melhorado, mais possibilidades de customização de armas e personagens (há mesas para o desmanche e aprimoramento de equipamentos), mais opções estratégicas (algumas fases podem ser vencidas simplesmente controlando os membros de seu esquadrao), combate de proximidade através de golpes com aOmni Blade (uma lâmina luminosa). Os cenários também foram verticalizados, uma novidade no design, com Shepard podendo mover-se pelo cenário em busca de posições mais estratégicas.
"Depois de oito anos, atingimos o pináculo da série com Mass Effect 3. É a culminação de tudo o que sempre sonhamos para a franquia", completou Hudson.

World of Warcraft: novas áreas, versão gratuita e game no iPad

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E o universo de World of Warcraft continua em alta. A Blizzard, responsável pelo game, definitivamente sabe como manter os fãs grudados nas telas. Como prova disso, temos mais novidades sobre o game, que agora recebe um patch robusto, uma versão chinesa e, o mais importante, uma edição gratuita. Achou muito? Então se prepare, pois WoW ainda pode aparecer no iPad.
Primeiramente, vamos às informações do patch. Intitulado Rage of the Firelands, o pacote, que já está disponível, traz as áreas Molten Front e Raid Firelands ao game. A primeira oferece quests diárias de nível 85, assim como novas missões para quem é nível 60. Além disso, Molten Front sofrerá mudanças de acordo com a progressão do jogador.
Já Raid Firelands será para quem é nível 85, permitindo que grupos de 10 ou 25 jogadores, do modo normal ou heroico, lutem contra os 6 novos subchefes. A área também marca o retorno dos Ragnaros, o que deve causar bastante alvoroço no game.



WoW na China, no iPad e... De graça!
Ficou empolgado? Sem problemas, mesmo que você more na China. Isso porque a Blizzard revelou que a expansão Cataclysm finalmente chegará a território chinês no dia 12 de julho. A companhia também vai lançar uma versão gratuita do jogo, permitindo que os usuários possam desfrutar do game até o nível 20, sem limite de tempo.
Por fim, a versão para iPad. A Blizzard comentou, em seu próprio site oficial, que, se a equipe conseguir fazer as mudanças certas, ela definitivamente “estaria interessada” em uma versão para uma plataforma da Apple. “Não é algo que você vá ver na próxima semana, mas é o tipo de coisa que estamos sempre procurando”, afirma Greg Street, designer-chefe do game.
 
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